A Associação para a Economia Cívica foi formalmente constituída, esta quarta-feira, no Fundão, tendo como missão apoiar projetos e iniciativas que tragam respostas inovadoras, potencialmente sustentáveis e geradoras de incidências sociais positivas para problemas como o desemprego, a desertificação, a baixa densidade de população, o abandono escolar, a reinserção de reclusos e a valorização do património.
A nova associação funcionará no âmbito de um Programa de Inovação Social e Mudança, mediante a colaboração, a nível local, entre entidades do sector público e privado, da economia social e da cidadania.
O próximo passo será a criação, no terreno, de diversas Comunidades para a Economia Cívica, que reunirão um conjunto muito alargado e representativo da sociedade portuguesa. Estas entidades irão identificar e caracterizar os problemas, as necessidades e os desafios locais, bem como fixar as incidências sociais positivas que os projectos que vão ser apoiados devem ter, apelando à criatividade e à capacidade de inovação das instituições e da cidadania. Outro dos objetivos é encontrar o financiamento e o investimento necessários para que sejam obtidos os resultados e o impacto acordados pelas comunidades.
A Associação para a Economia Cívica tem como membros fundadores as câmaras de Bragança, Campo Maior, Fundão, Idanha-a-Nova, Gondomar, Gouveia, Lousã, Penela, Vila Real, Vila Velha de Rodão, Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior e a Vieira de Almeida & Associados.






