Boom Festival movimenta 50 milhões

É o primeiro dado do estudo que está a ser realizado pela Universidade do Minho sobre o impacto do Boom na economia nacional.

A defesa do festival “que é da Idanha” foi feita por Armindo Jacinto na última assembleia municipal. Segundo o autarca o número de franceses que estiveram este ano no Festival foi superior ao número de habitantes do concelho de Idanha a Nova.

França foi, dos 160 países presentes no festival, o que adquiriu mais bilhetes “o Boom trouxe 10 mil franceses a Idanha, mais do que os habitantes do concelho, depois foi a Alemanha, depois foi a Inglaterra e Portugal vem em quarto lugar”.

Em defesa do festival o autarca diz que o Boom deve orgulhar Idanha-a-Nova “o Boom é de Idanha, a empresa paga aqui o seus impostos, é uma das maiores empresas do nosso concelho e uma das maiores empregadoras também, o Boom é só o festival, mais ecológico, mais sustentável, mais independente do mundo”.

O festival Boom detém ainda o título do festival mais bem organizado do país “recordo a confusão que foi aqui há uns anos, porque como era o festival aqui, ninguém quis saber, e só estava cá um dos filhos de um comissário europeu e Portugal levou uma queixa pela forma como tratou as questões, nomeadamente na área da saúde. A partir daí veio o governo em peso e hoje é o festival mais bem organizado do país e vêm organizadores de todo o mundo ver como é que nós o organizamos aqui”.

Quanto às apreensões de droga, o autarca compara os dados com outros festivais do país “o Sudoeste teve mais apreensões do que Idanha, os outros festivais tiveram mais apreensões do que Idanha, e todas as que foram feitas foi fora do festival, dentro do festival não houve apreensões”:

Segundo Armindo Jacinto, os primeiros dados de um estudo que está a ser realizado pela Universidade do Minho sobre o impacto do Boom na economia do país aponta para um valor de 50 milhões de euros “representa uma enorme potencialidade económica”.




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