António Edmundo
4 Outubro, 2016

2027 – pensar a 10 anos

São demasiados “ses”…, ainda assim, para se chegar a uma meta que parecendo boa o não é assim tanto…

António Edmundo
29 Agosto, 2016

Os contribuintes pagam sempre!

As imparidades na banca, resultam da assunção de muitos maus negócios feitos pela Banca.

António Edmundo
30 Maio, 2016

BREXIT

Mas chegados aqui, não sabemos como garantir a sobrevivência nem a equidade intergeracional.

António Edmundo
2 Maio, 2016

Reflexão sobre a nossa banca e o crédito mal-parado…

Construiu-se a ideia de que a Banca não poderia registar falências, logo todos teríamos de pagar as aventuras de uns quantos…

António Edmundo
16 Março, 2016

E o valor dos ativos?!

O valor de um bem, seja um imóvel ou outro, é o seu valor no mercado; o valor que os outros estão dispostos a despender para o adquirirem e tornarem seu. Ou seja, uma avaliação justa é aquela que se aproxima da média do mercado pare esse mesmo bem. Obviamente que o valor dos bens […]

António Edmundo
15 Fevereiro, 2016

Abastecer outra vez em Espanha?

Perante um quadro fiscal penalizador, quer em IVA quer em ISP, os portugueses virar-se-ão inevitavelmente para Espanha e aí vão entregar os seus impostos, diretamente aos cofres do Reino de Espanha.

António Edmundo
1 Fevereiro, 2016

Como gerir uma carreira profissional?

Por outro lado, a entrada no mercado de trabalho tende a ser adiada. Há muitas expectativas e poucas ofertas.

António Edmundo
15 Junho, 2015

Os dados estão lançados

As oportunidades decorrentes do novo Quadro Comunitário estão aí.

António Edmundo
18 Fevereiro, 2015

Cerca de 50 mil pessoas

No último fim de semana passaram pela cidade de Pinhel dezenas de milhar de pessoas. Um número assinalável, se considerarmos a densidade populacional da nossa Região.

António Edmundo
26 Janeiro, 2015

O Syriza

O Syriza, partido político composto por várias correntes e grupos de esquerda, extrema esquerda, se quiserem, vai hoje ganhar as eleições e governar uma Grécia apagada, sem esperança e com elevado desemprego, encostada a uma dívida imensa, apesar de já significativamente perdoada pelos credores e a uma enorme austeridade resultante de um ajustamento da economia à efetiva riqueza nacional