Alexandre Gonçalves
26 Julho, 2021

Filha

Liberdade para decidir e ligar memórias, os teus sonhos desenhados.

Alexandre Gonçalves
12 Julho, 2021

Mato O Juiz, Mato A Perdiz E Mato O Sobreiro – III

A maior parte da população presidiária encontra-se embrulhada numa complexa e espessa rede de poder.

Alexandre Gonçalves
28 Junho, 2021

Mato O Juiz, Mato A Perdiz E Mato O Sobreiro – II

Os líderes dos grupos criminosos têm sérias dificuldades em acreditar que os sectores de inteligência da polícia sejam capazes de identificar uma operação bem arquitectada e superiormente concretizada, ou seja sem desacertos por parte dos grupos.

Alexandre Gonçalves
14 Junho, 2021

Mato o Juiz, Mato a Perdiz e Mato o Sobreiro – I

O arquétipo de provocações e de disputas entre grupos dentro das prisões produz configurações grosseiras, impolidas e extremamente violentas entre os detidos, metamorfoseando o ambiente prisional em algo totalmente incomportável, inconciliável e inaceitável.

Alexandre Gonçalves
7 Junho, 2021

Os Suspeitos do Costume

As contemporâneas necessidades energéticas mundiais ainda são satisfeitas, na sua grande maioria, pelo uso de energias não renováveis.

Alexandre Gonçalves
31 Maio, 2021

Sabugal

As terras agrestes e frias da Raia talharam o meu carácter.

Alexandre Gonçalves
25 Maio, 2021

Nesse Timbre Pardacento

A política social pode ser compreendida como um espaço de observação, análise e actuação do Estado em relação ao conforto e aconchego social.

Alexandre Gonçalves
17 Maio, 2021

Onde Os Pés Não Têm Chão IV

Para além das tecnologias de produção, os agricultores portugueses necessitam alcançar qualificações técnicas na transmutação dos produtos e uma intelectualidade inovadora.

Alexandre Gonçalves
10 Maio, 2021

Onde Os Pés Não Têm Chão III

Os subsídios, muitos deles providos de suor, transportaram a agricultura para uma cada vez mais espessa dependência sem que nesse encadeamento desabrochasse qualquer fidedigna compensação.

Alexandre Gonçalves
3 Maio, 2021

Onde Os Pés Não Têm Chão II

Portugal, sem as fronteiras, viu a economia a oscilar; os preços agrícolas a desabar; as taxas de juro a baixar; o consumo a dilatar; a capacidade de resposta da produção interna a diminuir; e as importações a aumentar.