Flávio Torres encerra programação de animação de verão no centro histórico da Covilhã

No próximo sábado, dia 12 de setembro, os covilhanenses Flávio Torres & Os Canalhas encerram a 3ª edição de um evento que voltou a aliar o melhor do teatro, da história e do património ao melhor da nova música portuguesa.

Desde o dia 1 de agosto, que todos os sábados aconteceu cultura nas ruas da cidade serrana, com a realização das Visitas Guiadas Encendas por Joana Poejo (ASTA) e concertos de algumas das propostas mais promissoras do panorama musical português.

Apesar das contingências e dificuldades colocadas à organização devido à situação pandémica que vivemos, a autarquia considera que a iniciativa da “voltou a ser um sucesso junto do público.” Para assistir aos espetáculos, foi obrigatória a pré-aquisição de bilhetes limitados e gratuitos numa plataforma online criada especialmente para esse fim. Os recintos dos espetáculos apresentavam ainda sinalética com as regras e as recomendações da DGS, bem como dispensadores de álcool-gel. O uso de máscara ou viseira foi obrigatório para as deslocações.

Todos os sábados, às 21h30, e no dia 12 também, a noite começa com a visita guiada e encenada por Joana Poejo, com o trajeto da visita projetado numa tela.

A programação musical voltou a apostar em projetos de qualidade da nova música portuguesa, como Luís Severo, Pedro de Tróia, Ditch Days, Afonso Cabral, Tape Junk e a “prata da casa”, Margarida Geraldes e Renato Folgado, concluindo com a banda de Flávio Torres.

Para encerrar a 3ª edição do “Verão no Centro Histórico”, no próximo sábado, dia 12 de setembro, às 21h30, Flávio Torres & Os Canalhas regressam às atuações na sua cidade natal, após o concerto interrompido pela chuva na edição do ano anterior.

O músico covilhanense, que lançou em julho o novo EP “Sinopse”, vai mostrar novas canções e promete animação e muito folk, blues e rock no largo atrás da Câmara. Para obter bilhetes gratuitos, aceda a www.veraonocentrohistorico.pt.

A Vereadora Regina Gouveia mostrou-se satisfeita com “a realização de mais uma edição deste evento que alia história, teatro e música e que já conquistou o seu espaço e se tornou indispensável no panorama cultural da Covilhã. Apesar das dificuldades pelas quais ainda estamos a passar, queríamos muito proporcionar eventos culturais de qualidade aos covilhanenses, seguindo todas as regras de segurança. Penso que o conseguimos. A prova disso foi a grande adesão do público, de várias faixas etárias”.



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