Candidaturas abertas ao Prémio Eduardo Lourenço 2020

O Centro de Estudos Ibéricos (CEI), com sede na Guarda, tem a decorrer, até ao dia 31 de março, o período de candidaturas à 16.ª edição do Prémio Eduardo Lourenço, foi hoje anunciado.

Segundo o CEI, “qualquer instituição ou pessoa” pode enviar propostas de candidatura ao galardão “destinado a premiar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas”.

O Prémio Eduardo Lourenço, no montante de 7.500 euros, será atribuído por um júri constituído pelos membros da direção do CEI (reitores das universidades de Coimbra e de Salamanca, Espanha, e o presidente da Câmara Municipal da Guarda) e por mais oito elementos (representantes das Comissões Executiva e Científica do CEI e quatro personalidades convidadas pela direção), refere a organização em comunicado.

O regulamento do Prémio Eduardo Lourenço 2020 pode ser consultado AQUI.

Segundo o texto do regulamento, “as candidaturas serão propostas por instituições ou pessoas, acompanhadas do ‘curriculum’ do candidato e da documentação que os proponentes considerem útil e pertinente para a decisão do júri”.

O prémio com o nome do ensaísta Eduardo Lourenço, mentor e diretor honorífico do CEI, teve a sua primeira edição em 2004 e já distinguiu várias personalidades de relevo de Portugal e de Espanha.

Receberam o Prémio Eduardo Lourenço a professora catedrática Maria Helena da Rocha Pereira, o jornalista Agustín Remesal, a pianista Maria João Pires, o poeta Ángel Campos Pámpano, o professor catedrático de direito penal Jorge Figueiredo Dias, os escritores César António Molina, Mia Couto, Agustina Bessa Luís, Luís Sepúlveda e Basilio Lousada Castro, o teólogo José María Martín Patino, os professores e investigadores Jerónimo Pizarro, Antonio Sáez Delgado e Carlos Reis e o jornalista e escritor Fernando Paulouro das Neves.

O CEI foi criado a partir de um desafio lançado pelo ensaísta Eduardo Lourenço, natural de São Pedro do Rio Seco, no concelho de Almeida, distrito da Guarda, na sessão solene comemorativa do Oitavo Centenário do Foral da Guarda, em 1999.

Surgiu em resultado de uma parceria que envolveu inicialmente a Câmara Municipal da Guarda e as Universidades de Coimbra e de Salamanca (Espanha) e, mais tarde, o Instituto Politécnico da Guarda.




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