Incubadora de empresas do IPG acolhe startup de agricultura digital

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“AG-Transformer” é o nome da segunda startup estrangeira integrada na incubadora do IPG. Vai aplicar tecnologias digitais avançadas à atividade agrícola.

A incubadora de empresas do Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai acolher a segunda startup financiada por investidores estrangeiros, no âmbito da parceria estabelecida em 2023 com a Empowered Startups. A “AG-Transformer” vai possibilitar aos pequenos e médios agricultores o acesso a informação sobre métodos de produção mais eficientes, ecológicos e sustentáveis como explica uma nota informativa do Politécnico da Guarda. A instalação da startup vai ser oficializada amanhã, dia 27 de março.

Este novo projeto irá aplicar tecnologias digitais avançadas à atividade agrícola baseado no conceito de Agricultura de Ambiente Controlado (AEC) realça o Politécnico da Guarda.


“Será criada uma plataforma que possibilitará aos pequenos e médios agricultores terem acesso a informação sobre métodos de produção mais eficientes, ecológicos e sustentáveis, mas também sobre boas práticas, linhas de financiamento e oportunidades de parcerias. Uma vez desenvolvidos os dispositivos tecnológicos necessários, a AG-Transformer vai lançar o primeiro campo de ensaio da nova plataforma na região da Guarda e nos concelhos limítrofes” explica a mesma fonte.
“Esta startup irá orientar a aplicação de tecnologias digitais avançadas a um setor de atividade que é predominante na região e que, por isso, tem todas as condições para ser bem-sucedida e de contribuir para o desenvolvimento socioeconómico regional” declara Joaquim Brigas, presidente do IPG.

A empreendedora responsável por este projeto é Dixie O´Donnell, uma profissional da área das tecnologias digitais que atualmente exerce funções na Google e que conta na sua vasta experiência profissional com passagens pela NATO e pela ONU.
“Até ao final do ano, a Incubadora de Empresas Desnuclearizada do IPG integrará, pelo menos, mais três startups de investidores estrangeiros”, afirma Joaquim Brigas.


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