Com entrada, campismo e acesso às piscinas municipais gratuitos, o evento organizado pela Associação Mêda+, coletividade juvenil sem fins lucrativos, volta a apostar na “diversidade e promoção da música nacional alternativa e emergente”.
O festival conta este ano com três palcos – Pé em Triste, Mercado e Mêda+ -, montados no centro da cidade, e um cartaz que combina “nomes emergentes e consagrados, numa programação que vai do pós-punk ao hip-hop, do jazz à canção popular”, além de projetos autorais que refletem “a diversidade da cena musical portuguesa contemporânea”.
Para hoje estão programados os projetos Tyroliro, Girls96, Caio, Rossana, Manga Limão, Bombazine, Them Flying Monkeys e Ohxala.
O festival termina amanhã,dia 26 de julho com Anti-Medo, Conferência Inferno, Marlow Diggs, um espetáculo especial que vai juntar Bia Maria e a Academia Sénior de Mêda, Amaura, Quadra e Capicua. Cabe ao DJ Mike el Nite fazer as despedidas.
Além desta programação musical, a 11.ª edição do Mêda+ vai proporcionar, durante as manhãs e inícios de tarde, oficinas de cerâmica, olaria com roda de oleiro, pintura a óleo, aguarela, fotografia e provas de vinho comentadas por produtores locais.
“Esta programação cultural complementar reforça a ligação entre o festival e o território, promovendo o património, os saberes e a tradição da região”, sublinha a Associação Mêda+.
O festival Mêda+ é organizado desde 2010 pela Associação Juvenil Mêda+, mas não se realizou entre 2019 e 2024 por falta de financiamento, tendo regressado no ano passado.
Conhecido por apostar em bandas portuguesas emergentes e alternativas, pelo festival já passaram grupos como os X-Wife, Mão Morta, Fonzie, Supernada, Wraygunn, Diabo na Cruz, Linda Martini, Capitão Fausto, Glockenwise, Tara Perdida, Paus, Orelha Negra, Best Youth, Moullinex, Samuel Úria, B Fachada, Valter Lobo, Stone Dead, Fonzie, Filipe Sambado, entre muitos outros.







