O festival conta este ano com três palcos – Pé em Triste, Mercado e Mêda+ -, montados no centro da cidade, e um cartaz que combina “nomes emergentes e consagrados, numa programação que vai do pós-punk ao hip-hop, do jazz à canção popular”, além de projetos autorais que refletem “a diversidade da cena musical portuguesa contemporânea”.
O festival que termina hoje ,dia 26 de julho, conta com Anti-Medo (17h30), Conferência Inferno (19h00), Marlow Diggs (20h15), um espetáculo especial que vai juntar Bia Maria e a Academia Sénior de Mêda (21h15), Amaura (22h30), Capicua (23h45) e Quadra (1h30). Cabe ao DJ Mike el Nite fazer as despedidas.
Além desta programação musical, a 11.ª edição do Mêda+ vai proporcionar, durante as manhãs e inícios de tarde, oficinas de cerâmica, olaria com roda de oleiro, pintura a óleo, aguarela, fotografia e provas de vinho comentadas por produtores locais.
“Esta programação cultural complementar reforça a ligação entre o festival e o território, promovendo o património, os saberes e a tradição da região”, sublinha a Associação Mêda+.
O festival Mêda+ é organizado desde 2010 pela Associação Juvenil Mêda+, mas não se realizou entre 2019 e 2024 por falta de financiamento, tendo regressado no ano passado.
Conhecido por apostar em bandas portuguesas emergentes e alternativas, pelo festival já passaram grupos como os X-Wife, Mão Morta, Fonzie, Supernada, Wraygunn, Diabo na Cruz, Linda Martini, Capitão Fausto, Glockenwise, Tara Perdida, Paus, Orelha Negra, Best Youth, Moullinex, Samuel Úria, B Fachada, Valter Lobo, Stone Dead, Fonzie, Filipe Sambado, entre muitos outros.
Sábado, 26 de julho
17:30: Anti-Medo (Palco Pé em Triste)
19:00: Conferencia Inferno (Palco Pé em Triste)
20:15: Marlow Diggs (Palco Mercado)
21:15: Bia Maria + Academia Sénior de Meda (Palco Mercado)
22:30: Amaura (Palco Mêda+)
23:45: Capicua (Palco Mêda+)
01:30: Quadra (Palco Mêda+)
02:30: Mike El Nite (Dj set) (Palco Mercado)





