GNR de Castelo Branco com equipas cinotécnicas para deteção de venenos

A GNR de Castelo Branco vai passar a ter duas equipas cinotécnicas especializadas na deteção de venenos para intervir nas Zonas de Proteção Especial (ZPE) da Rede Natura 2000 do Tejo Internacional, Erges e Ponsul.

Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, a GNR refere que estas equipas cinotécnicas especializadas na deteção de venenos criada no âmbito do projeto ‘life imperial’, de conservação da águia-imperial ibérica, ficam sediadas no Comando Territorial de Castelo Branco.

“Em conjunto com militares do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) irão intervir nas Zonas de Proteção Especial (ZPE) da Rede Natura 2000 do Tejo Internacional, Erges e Ponsul”, lê-se no documento.

O projeto ‘life imperial’ tem como objetivo promover o aumento da população de águia-imperial ibérica em Portugal, sétima ave de rapina mais ameaçada do mundo pela ação humana, nomeadamente pelo abate a tiro e envenenamento, sendo este último método uma das principais causas de mortalidade não natural da espécie em Espanha.

A GNR de Castelo Branco vai receber dois cães pastores Belga Mallinois.”A criação de binómios detetores de venenos irá aumentar a capacidade de vigia e controlo da ameaça, onde o despiste de casos de envenenamento na natureza será efetuado por patrulhas cinotécnicas regulares nas áreas de intervenção do projeto”, adianta o comunicado.

A GNR participa, até dezembro de 2018, no projeto Life Imperial: Conservação da águia-imperial ibérica.




Conteúdo Recomendado