Plano de Contingência da Gripe leva ao alargamento do horário de funcionamento do Centro de Saúde da Guarda

A ULS da Guarda tomou um conjunto de medidas no âmbito do Plano de Contingência.

Segundo a Unidade Local de Saúde (ULS), “a primeira fase do Plano de Contingência da Gripe da ULS da Guarda consistiu na reorganização dos serviços, nomeadamente na alocação de 9 camas no Serviço de Ginecologia (foram canceladas algumas cirurgias não urgentes para que as camas ficassem disponíveis neste serviço) e a divulgação permanente das recomendações da Direção Geral de Saúde para o frio, junto da comunidade.”

A ULS da Guarda está agora a implementar a segunda fase do Plano de Contingência que prevê, entre outras medidas, o reforço de profissionais, o aumento do número de camas disponíveis para eventuais internamentos, o alargamento do horário de funcionamento dos Centros de Saúde (caso se justifique) e a continuação da divulgação das recomendações da DGS para o frio, junto da comunidade.
Para já será alargado o horário de funcionamento do Centro de Saúde da Guarda, que passará a funcionar até às 24horas, enquanto se justificar.

Está ainda prevista também a abertura de 20 camas, nomeadamente de 12 camas no Serviço de Medicina Hospital Sousa Martins; 2 camas no Serviço de Pneumologia Hospital Sousa Martins e 6 camas no SO do Hospital de Seia.

A Associação Beneficiária e Popular de Gouveia – ABPG disponibilizou também duas camas,  para o caso de ser necessário recorrer a instituições privadas.

“Para a abertura das camas da ULSG e aumento da prestação de cuidados nos 4 serviços de Urgência desta Unidade (HSM – Urgência Geral e Pediátrica, SUBs de Seia e de Vila Nova de Foz Côa) será necessário o reforço de recursos humanos: novas contratações de 20 Enfermeiros e 14 Assistentes Operacionais”, reforça a ULS.

A ULS da Guarda informa também que nos dois últimos meses de 2017 acorreram aos Serviços de Urgências da nossa instituição 16 772 utentes dos quais resultaram 1118 internamentos, um número mais reduzido que em período homólogo de 2016 em que se registaram 17 338 episódios de urgência e houve 1160 internamentos.

Prevê-se, no entanto, que haja uma grande afluência aos serviços de saúde, com sintomas associados à gripe, nas próximas duas a três semanas.




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