Fim dos estudos é o motivo que mais sobe no desemprego do IEFP

Terminam a escola, a universidade ou os cursos de formação profissional e a saída que encontram é o desemprego e o correspondente registo nos balcões do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Ao longo do primeiro semestre, os centros públicos de emprego anotaram mais de 27 mil idas de ex-alunos ou formandos aos serviços, que culminaram na classificação dessas pessoas como “desempregadas”, mostram cálculos do Dinheiro Vivo a partir das bases de dados do IEFP com a informação sobre fluxos mensais de desempregados inscritos.

O motivo “fim dos estudos”, não sendo o mais importante (a descontinuação de contratos a prazo fala mais alto), é o que mais está a crescer face aos primeiros seis meses de 2013.

No primeiro semestre, o número acumulado total de novas inscrições mensais como desempregados foi de 326087 registos, uma redução de 5,4% face a igual período do ano passado.

Já as idas de “ex-estudantes” ao IEFP para formalizarem a sua condição de desempregado aumentaram 14,4%, para 27342 casos no final de junho. Foi o maior acréscimo entre as nove razões possíveis para abrir um cadastro de desempregado no IEFP.




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