A iniciativa serviu para testar procedimentos de emergência num território onde o relevo e as condições naturais exigem uma resposta rápida e coordenada.
O treino operacional colocou à prova a capacidade de resposta a situações de emergência em zonas de difícil acesso. O exercício focou-se na articulação entre as diferentes equipas de socorro que operam na região.
Nesse contexto, as equipas simularam dois cenários distintos. O primeiro envolveu o socorro a uma vítima após queda numa lagoa, enquanto o segundo focou a busca por uma pessoa desaparecida numa encosta, com suspeita de múltiplas fraturas.
Além das corporações de bombeiros, participou uma equipa da Unidade Especializada de Resgate em Montanha da Força Especial de Proteção Civil. Este trabalho conjunto permitiu testar a coordenação direta entre os diversos meios mobilizados para o terreno.
Durante a ação, os operacionais executaram manobras de resgate em grande ângulo e intervenções em águas bravas. Foram ainda realizados testes de comunicações e operações com recurso a drones para reconhecimento aéreo no maciço central.






