Covid-19: Unidade Local de Saúde da Guarda aumenta capacidade de internamento

A ULS da Guarda tem vindo ao longo da semana a aumentar a capacidade de internamentos Covid.

A Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda aumentou a capacidade de internamento para doentes com covid-19 no Hospital Sousa Martins e prepara-se para “abrir” mais 24 camas nas instalações do Serviço de Pneumologia.

“A ULS da Guarda tem vindo ao longo da semana a aumentar a capacidade de internamentos Covid. Foram abertas no início da semana seis camas [e], depois, mais 10 camas (em internamento Covid 2)”, adiantou à agência Lusa o Conselho de Administração da ULS da Guarda, presidido por João Barranca.

Numa resposta escrita a um pedido da Lusa, a ULS também refere que a instituição prepara-se “para abrir, o mais breve possível, mais 18 camas, [que] ficarão alocadas nas instalações do Serviço de Pneumologia”.

“O Internamento de Pneumologia foi, entretanto, transferido para o espaço da Unidade de Cirurgia de Ambulatório, estando as pequenas cirurgias a ser transferidas, sempre que possível para o Hospital Nossa Senhora da Assunção de Seia”, acrescenta a ULS da Guarda.

“Ficaremos, no início da próxima semana, com 100 camas no total, mais 12 [no] Serviço de Medicina Intensiva (SMI)”, remata a fonte.

A ULS da Guarda (que abrange 13 concelhos do distrito da Guarda, exceto o de Aguiar da Beira, que pertence ao Agrupamento de Centros de Saúde do Dão – Lafões) gere os hospitais da Guarda (Sousa Martins) e de Seia (Nossa Senhora da Assunção), e também 12 centros de saúde e duas unidades de saúde familiar (A Ribeirinha, na cidade da Guarda e a “Mimar Mêda”, na cidade de Mêda), abrangendo cerca de 142 mil habitantes.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.994.833 mortos resultantes de mais de 93 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 8.543 pessoas dos 528.469 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.



Conteúdo Recomendado