37º Festival de Teatro da Covilhã com 9 companhias e 13 apresentações

O Festival de Teatro da Covilhã, que decorre entre os dias 31 de outubro e 09 de novembro naquela cidade, contará com um programa “abrangente” com 13 apresentações de nove companhias, duas das quais espanholas.

O Festival de Teatro da Covilhã, que decorre entre os dias 31 de outubro e 09 de novembro naquela cidade, contará com um programa “abrangente” com 13 apresentações de nove companhias, duas das quais espanholas, foi hoje anunciado.

O evento, que já conta com 37 edições, é organizado pelo Teatro das Beiras e continua a ser uma das mais importantes ofertas culturais da região.

“Queremos continuar a trazer outras companhias, inclusivamente estrangeiras, mostrá-las e dar hipótese a que o público tenha acesso a esses espetáculos”, referiu Fernando Sena, diretor desta companhia de teatro profissional que tem sede na Covilhã, distrito de Castelo Branco.

Frisando que em todos os espetáculos “há boas razões” para levar as pessoas até ao teatro, Fernando Sena destacou ainda que o programa também integra peças pensadas para o público infantojuvenil.

“Tem a ver com a formação de novos públicos e tem a ver com outra questão que hoje se põe que é a de não deixar que as escolas também abandonem o teatro porque é importante para nós que esse fluxo de jovem público possa assistir aos espetáculos e não começar já a afastar-se”, acrescentou.

Nesta programação estão, então, incluídos dois espetáculos destinados às crianças do primeiro ciclo e outros dois que já visam os alunos do terceiro ciclo e ensino secundário, tal como o “Auto da Índia”, de Gil Vicente.

Esta edição arranca, no dia 31 de outubro, com a peça “Pasajero de las sombras” de Etelvino Vazquez e apresentada pela companhia espanhola Teatro del Norte.

A 01 de novembro, sobe ao palco “O último julgamento”, de Ricardo Alves, pelo Teatro de Montemuro.

O Teatro Art’Imagem apresenta, no dia seguinte, a peça “Os anos que abalaram o (nosso) mundo! Crónicas e cenas do 25 de Abril”, de José Leitão.

No dia 04, a companhia anfitriã apresenta, em duas sessões, a peça “Um Mundo Mágico” a partir de Alves Redol.

Ainda para o público mais novo, no dia 05, será a vez de o Teatro Extremo subir ao palco com “Armstrong”, de Castro Guedes.

No mesmo dia, à noite, oportunidade de ver “Bonecos de Santo Aleixo” pelo CENDREV – Centro Dramático de Évora.

No dia 06, a Urze Teatro apresenta “Florovial – o pequeno pastor”, a partir de “O pastor Florovial e o cogumelo sabichão”, de A.M. Pires Cabral, com sessões às 11h00 e às 14h30.

No dia 07, nos mesmos horários, será a vez do “Auto da Índia”, de Gil Vicente, pelo Teatro Estúdio Fontenova.

O Teatro das Beiras volta a subir ao palco, no dia 08, com a peça “Entremezes”, de José Carretas.

A fechar o evento, no dia 09, a companhia espanhola Proyecto Voltaire apresenta “Musica de Mobiliário”, um espetáculo que agrega música e teatro e que é da autoria de António Campos, Rafa Campos e Rafael Reverá.

As apresentações decorrem todas no auditório do Teatro das Beiras e as sessões para o público em geral estão marcadas para as 21h30.

Este ano haverá um bilhete geral que dá acesso aos seis espetáculos da noite e cujo preço é de 25 euros.

Os bilhetes individuais custam seis euros, com desconto de 50% para sócios do Teatro das Beiras e jovens até aos 25 anos.

Já o bilhete para as apresentações escolares custa um euro.

O orçamento do festival ronda os 35 mil euros e tem o apoio da Direção-Geral das Artes, integrando o plano anual de atividades do Teatro das Beiras.



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