Paulo Fernandes eleito presidente do conselho regional do centro

Este órgão tem como principais competências acompanhar as atividades da CCDR e a execução do programa operacional, entre outras.

O presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes é o novo presidente do Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

Com a eleição de Isabel Damasceno como presidente da CCDR Centro, também foi eleito Jorge Brito, atual secretário executivo da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, para a vice-presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que obteve 70 votos (de entre os 77 presidentes de câmara).


O Conselho Regional reuniu ontem, dia 15, em Coimbra, para eleger a Comissão Permanente deste órgão, na sequência da renúncia do anterior Presidente, João Azevedo, ex-presidente da Câmara Municipal de Mangualde, que assumiu funções de deputado.


O sufrágio contou com uma lista única e, além de Paulo Fernandes, foram eleitos para a Comissão Permanente o presidente da Câmara de Seia, Carlos Filipe Camelo (vice-presidente) e os vogais Fernando Caçoilo (presidente da Câmara de ílhavo), Paulo Ferreira (reitor da Universidade de Aveiro), António Fidalgo (reitor da Universidade da Beira Interior), Rui Pedrosa (presidente do Instituto Politécnico de Leiria) e João Lobo (presidente da Câmara de Proença-a-Nova).


O Conselho Regional é o órgão consultivo da CCDRC e é composto por câmaras municipais, juntas de freguesias, entidades da comissão permanente de concertação social do Conselho Económico e Social, universidades, institutos politécnicos, entidades regionais de turismo, organizações não-governamentais do ambiente, associações de desenvolvimento regional, associações de desenvolvimento local, associações cívicas com expressão regional e individualidades de reconhecido mérito na região.


Este órgão tem como principais competências acompanhar as atividades da CCDR e a execução do programa operacional; pronunciar-se sobre os projetos de relevância nacional a instalar na região; dar parecer sobre a coordenação dos meios de ação existentes para as atividades de caráter regional, bem como sobre as prioridades dos investimentos de caráter regional, entre outras.



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