Cruzeiros no Douro da Barcadouro com número recorde de passageiros em 2013

A empresa de turismo fluvial no Douro Barcadouro transportou em 2013 um número recorde de passageiros – mais de 50 mil – o que lhe permitiu aumentar a faturação em 48%, para mais de 2,2 milhões de euros.

Segundo adiantou à agência Lusa fonte da empresa, que opera quatro embarcações marítimo-turísticas (duas de médio porte e duas de grande porte), 2013 foi o ano em que, nos seus 18 anos de atividade, mais turistas transportou nos cruzeiros de um e de dois dias que assegura no rio Douro. A partir de amanhã, a Barcadouro amplia a sua oferta ao passar a integrar uma visita guiada ao Museu do Côa – recentemente distinguido com o Prémio de Arquitetura do Douro -no programa do seu mais recente serviço Régua-Pocinho-Régua, denominado “Douro Côa”. “No mesmo dia, o turista fica a conhecer o essencial de duas áreas classificadas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) como Património Mundial da Humanidade: a paisagem característica do Alto Douro Vinhateiro e a arte rupestre do Parque Arqueológico do Vale do Côa”, destaca a empresa. O cruzeiro parte pelas 8h30 do cais da Régua, subindo o rio Douro até ao Pocinho, onde se articula com um autocarro com destino a Vila Nova de Foz Côa, para visita ao museu local. O regresso à Régua é feito de comboio ao final da tarde, pelas 19h07, desde a estação do Pocinho. Segundo o fundador e administrador da Barcadouro, Fernando Costa, esta é a 17.ª proposta do portefólio da empresa e resulta de uma parceria com a Fundação Côa Parque para “lançar um produto turístico-cultural inovador que contribua para a diversificação do turismo fluvial no Douro e a dinamização económica do vale do Côa”. O serviço está disponível até final da corrente época turística, de terça a sexta-feira e com o preço de 89 euros por pessoa, realizando-se sempre que a procura o justifique. “Estamos num período experimental ainda, mas gostaríamos de passar a realizar este cruzeiro diariamente em 2015. É uma proposta diferente e em que iremos apostar. Para além do seu valor cultural e turístico, terá impacto na economia do vale do Côa e nós somos sensíveis a esse aspeto”, salientou Fernando Costa.




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