Covid-19: Município de Gouveia cria linha de apoio para ajudar pessoas vulneráveis

O município de Gouveia criou uma linha de apoio que permitirá garantir, em articulação com diferentes entidades do concelho, o fornecimento ao domicílio de bens essenciais e medicamentos urgentes.

O município de Gouveia, no distrito da Guarda, anunciou hoje que vai ter a funcionar, a partir de quinta-feira, uma linha telefónica para ajudar as pessoas mais vulneráveis, devido ao surto da Covid-19.

“Com vista à implementação de medidas preventivas relativas à pandemia do Covid-19 e para assegurar o apoio aos grupos mais vulneráveis (pessoas com mais de 65 anos, doentes crónicos e pessoas com incapacidade), o município de Gouveia criou uma linha de apoio que permitirá garantir, em articulação com diferentes entidades do concelho, o fornecimento ao domicílio de bens essenciais e medicamentos urgentes”, refere a autarquia em comunicado enviado à agência Lusa.

A Câmara Municipal de Gouveia, presidida por Luís Tadeu, apela aos familiares e aos vizinhos “que tenham conhecimento de casos que se enquadrem nos grupos acima mencionados, que os sinalizem através dos seguintes contactos: 963 232 370 ou 969 374 134”.

O serviço funcionará de segunda-feira a sexta-feira, das 09h30 às 17 horas.

A iniciativa resulta da sinergia e concertação da autarquia de Gouveia com as Juntas de Freguesia, corporações de Bombeiros Voluntários do concelho (Folgosinho, Gouveia, Melo e Vila Nova de Tazem), GNR, PSP, Unidade Local de Saúde da Guarda e CLDS-4G Int3Grar.

O coronavírus responsável pela pandemia da Covid-19 infetou mais de 189 mil pessoas, das quais mais de 7.800 morreram.

O surto começou na China, em dezembro de 2019, e espalhou-se por mais de 146 países e territórios, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Os países mais afetados depois da China são a Itália, com 2.503 mortes para 31.506 casos, o Irão, com 988 mortes (16.169 casos), a Espanha, com 491 mortes (11.178 casos) e a França com 148 mortes (6.633 casos).

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) elevou na terça-feira o número de casos confirmados de infeção para 448, mais 117 do que na segunda-feira, dia em que se registou a primeira morte no país.

Dos casos confirmados, 242 estão a recuperar em casa e 206 estão internados, 17 dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI).



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