COVID-19: Município da Covilhã cria linhas de apoio a grupos de risco

Destinadas a idosos, pessoas em risco e crianças ou adultos com necessidades específicas.

No âmbito da atual crise de saúde pública provocada pela pandemia de Covid-19, a Câmara Municipal da Covilhã criou duas linhas de apoio destinadas a idosos, pessoas em risco e crianças ou adultos com necessidades específicas.


A linha de apoio de Psicologia Clínica e de Saúde (275 330 644) visa constituir uma primeira resposta em termos de acompanhamento e psicoterapia a idosos e pessoas em risco, relativamente a problemáticas de natureza pessoal e interpessoal, nomeadamente perturbações de ansiedade e de humor num momento de crise tão complexo, refere uma nota da autarquia.

Esta linha estará a cargo de Juliana Bastos de Oliveira, Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde, inscrita na Ordem dos Psicólogos Portugueses, que se disponibilizou para colaborar de forma voluntária com o Município.
Por sua vez, a linha de apoio “Terapia Ocupacional” (275 330 644) destina-se a crianças com necessidades específicas, com o objetivo essencial de prevenir e/ou compensar incapacidades/disfunções físicas, mentais ou outras, sujeitas a agravamentos derivados da elevada inatividade e do isolamento social. No atendimento a esta linha estará Inês Pereira, Terapeuta Ocupacional atualmente a exercer funções no Espaço dos Sentidos na Biblioteca Municipal, pós-Graduada em Integração Sensorial e mestranda em Terapia Ocupacional -Saúde Mental.

Ambas as linhas de apoio estão disponíveis das 09 às 18 horas, todos os dias úteis.


Para Vítor Pereira, presidente da Câmara Municipal da Covilhã, a criação destas duas linhas de apoio tem como propósito “atenuar os efeitos do isolamento social que o combate a esta pandemia nos obriga a manter”.

O autarca identifica os idosos e as crianças com necessidades específicas, bem como as suas famílias, como “principais destinatários destas linhas, que poderão ser um importante instrumento para aumentar a qualidade de vida dos principais grupos de risco neste momento tão difícil”.




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