Segundo a entidade promotora destas jornadas científicas, o conhecimento e reflexão sobre os desafios da ciência contemporânea, serão os temas em debate.
“Se as gravuras do Vale do Côa testemunham a necessidade ancestral de comunicar com o futuro, a ciência contemporânea prolonga essa mesma intenção através da investigação, da experimentação e da educação, como os artistas pré-históricos gravaram na pedra uma mensagem destinada a atravessar milénios, a ciência contemporânea constrói um legado que se projeta nas gerações futuras”, indicou o presidente desta Fundação do distrito da Guarda, João Paulo Sousa.
De acordo com o responsável, é este o legado que pretende deixar: “responsabilidade de preservar o conhecimento, de o partilhar e de o transformar em instrumento de progresso humano”, disse.





