Biblioteca da Guarda celebra Abril com Tertúlia e Dança Contemporânea

A tertúlia Guarda: a memória – “Evidências coloniais ou sinais de Abril?” terá lugar na próxima quinta-feira, dia 26, pelas 18 horas. Já espetáculo de dança contemporânea “Projeto44. Por Abril”, de Bruno Brazete terá lugar no dia 27, pelas 21h30.

A BMEL comemora a “Revolução dos Cravos” com a tertúlia de Guarda: a memória – “Evidências coloniais ou sinais de Abril?”.
Esta conversa informal conduzida por Hélder Sequeira, contará com a presença do sacerdote Joaquim Sampaio, pároco em 1973, em Macuti, Moçambique, que nos falará da sua intensa vivência em terras africanas no período colonial pré 25 de Abril de 1974. Um acontecimento especial será desenvolvido nesta conversa.

O espetáculo de dança contemporânea “Projeto44. Por Abril”, conceito, coreografia e interpretação de Bruno Brazete, será outra forma da biblioteca evocar o 25 de Abril de 74. O corpo e o movimento, suportado em imagens manipuladas, são o canal de comunicação que o performer utiliza para criar um processo de ligação entre arte, democracia e liberdade.

Bruno Brazete nasceu em 1986 na Guarda. Participou em espetáculos do Aquilo Teatro, antes de iniciar a sua aprendizagem (2005/2009) na área da dança na Companhia Paulo Ribeiro e Balleteatro Contemporâneo do Porto – Escola Profissional.  Em 2009, inicia em Paris trabalhos com Denise Namura e Michael Bugda (“À Fleur de Peau” e “Villa”). Desde 2013 e até ao momento presente, integra a Ópera National de Paris Bastille, trabalhando em produções como “Gioconda”, “Alcina”, “Enlevement au Serail”, “Les Maitres Chanteurs”, “La fille de neige”, “Samson et Dalila”.Em 2014 estreia o seu solo “Mon jardin Secret” no TMG e em 2015 interpreta o solo “Masques Visages” de Monique Lenoble em Bruxelas, Bélgica. Em 2016, Ecole Acte 21 : “La mue”; Em 2017, “Un peuple et son roi”, filme de Pierre Schoeller.




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