BE exige esclarecimentos sobre maternidades da Guarda, Covilhã e Castelo Branco

O Bloco de Esquerda anunciou ter questionado o ministério da Saúde, através da Assembleia da República, sobre o futuro das maternidades da Guarda, Covilhã e Castelo Branco.

No documento, subscrito pelos deputados João Semedo e Helena Pinto, recorda-se que a portaria n.º 82/2014, de 10 de abril, vem alterar a organização da rede hospitalar em Portugal, criando quatro grupos de unidades hospitalares, com características diferentes. Tendo em conta essa norma, aponta o comunicado, as unidades hospitalares em causa ficarão afetas às instituições do Grupo I, que “segundo esta portaria, não dispõem das valências de neonatologia ou ginecologia/obstetrícia, que se encontram adstritas apenas ao Grupo II”. Os bloquistas sublinham que “a concretizar-se” o disposto na nova portaria, “a população da Guarda, Castelo Branco e Covilhã teria que se dirigir a localidades como Viseu ou Vila Real para realizar um parto”. Perante isto, e tendo em conta a preocupação expressa pela Comissão Coordenadora Distrital do BE da Guarda e pela Comissão Coordenadora do BE da Cova da Beira, os deputados referem que “urge clarificar qual o futuro das maternidades da Guarda, de Castelo Branco e da Covilhã” e questionam o Ministério da Saúde sobre “o que se preconiza que vá acontecer” às maternidades de cada uma destas unidades hospitalares.




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