O imposto pago pelas empresas fez disparar estas receitas pela aceleração da atividade económica e também pelas medidas de combate à fraude e à evasão fiscal impostas pelo Fisco.
Além do sistema e-fatura, as empresas tiveram de comunicar eletronicamente os inventários, acrescentando a isto diversas ações de fiscalização no terreno. De acordo com o Jornal de Notícias, estas medidas levaram a que mais 110 mil empresas começassem a passar faturas, o que se reverteu num aumento da base tributável.
Apesar da descida de 23% para 21% da taxa do IRC, a receita disparou em julho, o que se traduziu num rendimento de 800 milhões de euros para o Estado. Para encontrar valores tão elevados é necessário recuar a julho de 2009.
Estes números representam um crescimento homólogo da receita fiscal na ordem dos 5%, ficando à frente da subida de 3,8% registada no final do primeiro semestre. A receita aumentou consideravelmente e as empresas grandes são as maiores responsáveis pelo pagamento da dimensão mais alta desta fatura.






