Dormidas de residentes crescem 14% em novembro

O setor do alojamento turístico, entre hotéis, alojamento local e turismo no espaço rural e de habitação, registou 1,8 milhões de hóspedes e 4,1 milhões de dormidas em novembro de 2019, correspondendo a variações de mais 12,5% e mais 7,2%, respectivamente.

Segundo os dados mais recentes do INE, revelados esta quarta-feira, os residentes contribuíram com um aumento de 14,1% nas dormidas no mês em questão, enquanto os não residentes aumentaram apenas 4,2%.

Nos primeiros onze meses do ano, as dormidas aumentaram 3,9%, com contributos positivos quer dos residentes (+6,3%), quer dos não residentes (+3,0%). Já o número de hóspedes subiu 7,1% de janeiro a novembro de 2019.

No que diz respeito à estada média, esta diminuiu 4,7% para 2,32 noites no mês de Novembro, menos 1% nos residentes e menos 5,6% nos não residentes. Já a taxa líquida de ocupação aumentou, mas apenas 0,2p.p.

Quanto às receitas, os proveitos totais registaram uma subida de 10,2%, atingindo os 229,6 milhões de euros, enquanto os proveitos de aposento fixaram-se nos 164,8 milhões de euros, um crescimento de 9,3%. O RevPAR aumentou 2,7% para os 32 euros. No acumulado do ano, os proveitos totais verificaram um aumento de 7,2% e os de aposento de 7%, comparativamente com o período homólogo.

Mercados

O mercado britânico, que representa 16% do total das dormidas de não residentes, registou um aumento de 4,1% em novembro. No conjunto dos onze primeiros meses do ano, este mercado cresceu 1,3%.

As dormidas de hóspedes alemães, que têm uma quota de 13,1% do total de dormidas de não residentes, diminuíram 6,8% em novembro, evolução semelhante à registada quando considerado o período de janeiro a novembro (-6,9%).

O mercado espanhol, com 10,3% do total, cresceu 4,7% em novembro. Desde o início do ano, este mercado aumentou 6,4%.

As dormidas de hóspedes brasileiros (7,7% do total) registaram um crescimento de 9,1% em novembro. No conjunto dos primeiros onze meses do ano, este mercado aumentou 13,7%.

Em novembro, destacaram-se também os mercados chinês (+25,9%), norte-americano (+20,2%) e canadiano (+19,6%). Desde o início do ano, o realce vai para os mercados norte-americano (+19,8%) e chinês (+17,2%).



Conteúdo Recomendado