Domingos Loureiro vence Prémio Internacional de Artes Plásticas – Cidade da Guarda

O artista plástico Domingos Loureiro é o vencedor da 1.ª edição do Prémio Internacional de Artes Plásticas – Cidade da Guarda, promovido pela Câmara Municipal no âmbito da 5.ª edição do Simpósio Internacional de Arte Contemporânea (SIAC #5).

Domingos Loureiro venceu o prémio, que tem o valor pecuniário de 7.500 euros, com a obra “A Natureza nas Mãos”.

O anúncio do artista vencedor foi feito na sessão de encerramento do SIAC #5, no domingo, no Museu da Guarda, segundo uma nota da autarquia.

O artista plástico e professor de belas artes Domingos Loureiro, natural de Valongo, foi escolhido por unanimidade pelo júri do concurso.

No âmbito do mesmo concurso foram atribuídas menções honrosas aos artistas plásticos Ângela Fonseca e Filipe Matos e distinções “pelos trabalhos promissores” a Eduarda Ferreira, Marta Leite e Xiang Xinying.

Na mesma sessão, foi inaugurada uma exposição que reúne 22 das 52 obras que estavam a concurso no âmbito do prémio e que fica patente até ao dia 29 de agosto.

Criado em 2021, o Prémio Internacional de Artes Plásticas – Cidade da Guarda “visa promover e divulgar os artistas e a Arte Contemporânea”.

“Tem como objetivo específico incentivar, promover e contribuir para a produção artística, nos vários domínios das artes plásticas”, acrescenta a fonte.

A atribuição do prémio foi aprovada por unanimidade, pelo executivo municipal liderado por Carlos Chaves Monteiro, no dia 22 de março deste ano.

Na ocasião, o presidente da autarquia da Guarda considerou o galardão, destinado a artistas nacionais e estrangeiros, “uma iniciativa que materializa o especial interesse do município no incremento de atividades de fruição e expressão artísticas que promovam o conhecimento, o pensamento crítico e os valores culturais essenciais à construção de uma cidadania ativa”.

O lançamento do prémio “surge também no âmbito da dinâmica transformadora da candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027, pela necessidade de consolidação da democratização e descentralização cultural através da criação de novos centros de produção e difusão artística contemporânea, passíveis de abranger públicos do interior do país e de fomentar neles o gosto pelas artes em geral e, neste caso, pelas artes plásticas e visuais”, justificou o responsável.

A edição do SIAC #5 decorreu entre os dias 09 e 27 de junho, com exposições, recitais de poesia, arte ao vivo e urbana, cinema e visitas guiadas, entre outras iniciativas.


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