Cunha Rasteiro promovido a coronel pelo Comandante-Geral da GNR

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O coronel Luís Cunha Rasteiro, natural do Sabugal, assume amanhã, dia 23 de junho, a condição de comandante do Comando Territorial da Guarda da GNR. A cerimónia realiza-se pelas 10h30, no quartel daquela força de segurança na cidade da Guarda.

O Coronel Luís José Cunha Rasteiro ingressou no quadro permanente de oficiais da GNR em 1990, tendo desempenhado diversas funções, das quais Adjunto do Comandante da Companhia da Guarda Fiscal de Vilar Formoso; Comandante do Subdestacamento Fiscal de Vilar Formoso; Comandante do Subdestacamento Fiscal de Aveiro; Comandante do Destacamento Territorial de Vilar Formoso; Comandante do Destacamento Territorial de Gouveia; Chefe da Secção de Investigação Criminal do Grupo Territorial da Guarda; Comandante do Grupo Territorial da Guarda; Chefe da Secção de Informações e Investigação Criminal do Comando Territorial da Guarda; Chefe da Secção Operações, Treino e Relações Públicas do Comando Territorial da Guarda e Segundo Comandante do Comando Territorial da Guarda.

O Coronel Cunha Rasteiro tem 49 anos e é licenciado em Ciências de Comunicação, com bacharelato em Relações Públicas. O novo comandante do Comandante do Comando Territorial da Guarda ao longo da sua carreira militar tem averbados 11 louvores, três referências elogiosas e 11 medalhas.

Para assinalar a data e após a cerimónia vai proceder-se à assinatura do Protocolo de Cooperação entre o Comando Territorial da Guarda e diversas autarquias do distrito, em matéria de teleassistência a pessoa vulneráveis.

Em nota à imprensa, a GNR informa que o protocolo é “o culminar de um trabalho árduo e desafiante desenvolvido, durante o último ano, em parceria entre o Comando Territorial da Guarda e as câmaras municipais”. “Tem como finalidade implementar respostas imediatas, efectivas e inovadoras, no âmbito da prevenção e promoção da qualidade de vida de pessoas vulneráveis residentes no distrito, tentando combater os efeitos negativos das situações de isolamento e solidão, através da criação de respostas integradas e aproveitando as sinergias que cada parceiro poderá desenvolver, sobretudo nas componentes fundamentais da segurança, do socorro e da acção social”, acrescenta a mesma fonte.




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