Covid-19: Nova direção da Unidade de Saúde da Guarda focada no combate à pandemia

O novo líder do conselho de administração da ULS da Guarda iniciou funções na segunda-feira, substituindo no cargo a médica Isabel Coelho.

O novo presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, João Barranca, assumiu ontem que a equipa que lidera vai colocar o foco no combate à pandemia causada pela covid-19.

“Houve muitas matérias, muitos dossiers que transitaram do antigo conselho de administração para o atual. Matérias bastante importantes que irão ser analisadas por este conselho de administração e [que] vão ser resolvidas o mais rápido possível. Mas, neste momento, todo o nosso foco terá de ser para a pandemia”, disse João Barranca aos jornalistas.

O novo líder do conselho de administração da ULS da Guarda iniciou funções na segunda-feira, substituindo no cargo a médica Isabel Coelho (que estava em exercício desde 02 de maio de 2017).

O novo conselho de administração da ULS da cidade mais alta do país passou a ser constituído pelo engenheiro e gestor hospitalar João Barranca (presidente), Fátima Cabral, Nélia Faria, António Serra, António Monteirinho e José Monteiro (vogal indicado pela Comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela).

João Barranca assumiu que a equipa que lidera pretende que a ULS “consiga responder às solicitações diárias da sociedade”.

“Esse é o nosso esforço de hoje em diante. Esse é o nosso foco. O nosso foco é responder a essas solicitações e temos de ser capazes de responder a essas solicitações”, disse.

Para além da preocupação de trabalhar para dar resposta à pandemia causada pela covid-19, o dirigente promete dar atenção a outras “matérias muito importantes”, como as obras no denominado pavilhão 5 do Hospital Sousa Martins (onde funcionou o Serviço de Urgência até à abertura do novo bloco, em 2014).

O responsável disse ainda que vai trabalhar para ajudar a “dotar o hospital de condições para responder melhor à sociedade”.

Na sua opinião, os habitantes da Guarda merecem um hospital em quem “tenham confiança” e onde “o seu problema vai ser resolvido”.

João Barranca reconheceu ainda que a ULS, “como qualquer hospital, tem coisas boas e más”.

Uma grande dificuldade está relacionada com os vários edifícios, que estão separados uns dos outros. Entre as vantagens, referência para o novo edifício do hospital, que “mete inveja à maior parte” dos hospitais nacionais.

A ULS da Guarda (que abrange 13 concelhos do distrito da Guarda, exceto o de Aguiar da Beira, que pertence ao Agrupamento de Centros de Saúde do Dão – Lafões), gere os hospitais da Guarda (Sousa Martins) e de Seia (Nossa Senhora da Assunção), e também 12 centros de saúde e duas unidades de saúde familiar (A Ribeirinha, na cidade da Guarda e a “Mimar Mêda”, na cidade de Mêda), abrangendo cerca de 142 mil habitantes.



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