A digressão de Chico César que passa por Portugal em 2026 resgata o espírito original: um espetáculo a solo, voz e violão, onde cada canção é apresentada ao vivo no seu estado primordial, numa ambivalência frágil mas poderosa, intimista na sua partilha coletiva. É um regresso à ousadia de 1995 por um artista que nunca envelheceu.
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