Transferência da sede da Águas de Lisboa e Vale do Tejo para a Guarda não foi «motor de desenvolvimento do Interior»

O diagnóstico é do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, que admite alterações estruturais nos próximos tempos, embora não adiante quais.

O facto de a empresa Águas de Lisboa e Vale do Tejo (ALVT), que resultou da agregação de oito ermpresas (entre as quais a Águas do Zêzere e Côa) ter a sua sede na Guarda não fez com que houvesse uma maior concentração de recursos humanos e técnicos. Isto mesmo admite o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins.
A sede na Guarda da empresa águas de Lisboa e Vale do Tejo – que resultou da fusão de vários antigos sistemas multimunicipais – pouco mais o é do que no papel: enquanto a antiga Águas do Zêzere e Côa tinha o corpo administrativo e técnico na cidade, a nova empresa esvaziou a importância das instalações onde está formalmente sediada na Guarda. O diagnóstico é do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, que admite alterações estruturais nos próximos tempos, embora não adiante quais.




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