Reitor da UBI no Conselho Nacional de Educação

O Reitor da Universidade da Beira Interior, António Fidalgo, assumiu na passada quinta- feira, 8 de março, um lugar no Conselho Nacional de Educação (CNE), como um dos representantes do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

“É uma posição nova para mim, vou também aprender e dedicar-me às questões da educação em Portugal, e em particular, do Ensino Superior. Vou dar o meu contributo para um órgão nacional e que, de alguma forma, influencia a condução e a política acerca da educação em Portugal”, sublinha o novo conselheiro do Conselho Nacional de Educação (CNE), António Fidalgo.

O Reitor da UBI assumiu na passada quinta-feira, 8 de março, um lugar no CNE, como um dos representantes do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

António Fidalgo refere que os principais objetivos passam por, “primeiro, entrar no espírito do órgão, que é composto por mais de 60 pessoas, e depois, dar o contributo que me for pedido. Já estou a fazer um parecer que me foi pedido para apresentar em devido tempo e que foi submetido pelo Governo ao CNE. Já me constituíram como relator”, adianta. O responsável máximo da UBI sublinha ainda que pretende “dar o melhor e aprender com os outros conselheiros que já estão há mais tempo e ver se, com essa aprendizagem, melhoro a minha atividade como reitor da UBI”.

Questionado sobre o tão falado tema do subfinanciamento da UBI e se vai aproveitar as novas funções para o colocar em cima da mesa, António Fidalgo é peremptório: “o CNE tem uma agenda própria. Esse será um dos temas, entre muitos outros, mas não vou por o problema da Universidade da Beira Interior no centro da atividade do CNE, que é muito mais vasto”, garante. “Eventualmente, poderá surgir essa questão, mas se calhar até é um tema para ser tratado mais ao nível da Assembleia da República, que do CNE”, considera o Reitor.

O CNE, criado em 1982, é um órgão independente que tem como competência emitir opiniões, pareceres e recomendações sobre todas as questões relativas à educação, por iniciativa própria ou em resposta a solicitações apresentadas pela Assembleia da República e pelo Governo. Tem por missão proporcionar a participação das várias forças científicas, sociais, culturais e económicas, na procura de consensos alargados relativamente à política educativa.




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