Marcas Portuguesas brilharam na “Maison & Objet”

De 4 a 8 de setembro, a «Maison & Objet», certame francês de referência na área da decoração reuniu, em Paris, as principais marcas europeias de mobiliário e decoração, entre as quais 16 empresas portuguesas integradas na comitiva portuguesa liderada pela Associação Seletiva Moda.

AMR – Ana Romero – Armazém dos Linhos – Burel Factory – Castelbel – Claudia Nair Oliveira/Paperdolls – Deartis – Devilla – DolceCasa – Filipe Nogueira – Grilo Kitchenware – Hearts – Lona – Têxteis Iris – TmCollection – Vasicol/Maria Portugal Terracota, foram as 16 empresas que representaram Portugal.

A participação das empresas portuguesas em mais uma edição da «Maison & Objet», é uma iniciativa promovida pela Associação Seletiva Moda cofinanciada pelos FEEI – Fundos Europeus Estruturais e de Investimentos, enquadrado no COMPETE 2020 – Programa Operacional da Competitividade e Internacionalização.

O projeto FROM PORTUGAL conta com cerca de 81 ações internacionais que decorrem no 2º semestre de 2015 e ano de 2016 que abarcam toda a fileira têxtil e moda, espalhadas por quatro continentes, num investimento total de mais de 13 milhões de euros.

Segundo a ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, no 1.º semestre de 2015, as exportações portuguesas de têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados aumentaram 8% face ao período homólogo de 2014, atingindo um valor de 336 milhões de euros.

Cerca de 71% das exportações destes produtos destinam-se a mercados da União Europeia, com a Espanha (representando 24% do total), a França (15%), o Reino Unido (12%), a Alemanha (5%) e a Itália (4%) nos principais destinos. Os EUA são o principal destino não comunitário, com um peso de 14%, seguindo-se a Suíça e Angola, ambos com 3% das exportações portuguesas de têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados.

Os destinos que registaram maior crescimento em termos absolutos, neste 1.º semestre de 2015, foram a Espanha (acréscimo de 15 milhões de euros, correspondendo a uma evolução de 24%), os EUA (acréscimo de 12 milhões de euros e uma evolução de 35%) e o Reino Unido (acréscimo de 4 milhões de euros e uma evolução de 12%).




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