Instituições unem-se para criar Banco Local de Voluntariado em Castelo Branco

São oito as instituições de voluntariado que estão envolvidas nas I Jornadas do Voluntariado da Região de Castelo Branco, que vão realizar-se no próximo dia 17, sobre o tema Promover e Potenciar o Voluntariado.

A Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento, a Delegação de Castelo Branco da Cruz Vermelha Portuguesa, a Cáritas Interparoquial de Castelo Branco, a Liga dos Amigos do Hospital Amato Lusitano, a Associação de Apoio Voluntário Idoso Só, o Banco Alimentar Contra a Fome de Castelo Branco, a Delegação de Castelo Branco da Liga Portuguesa Contra o Cancro e a Reciclagem, Arte e Solidariedade, são as oito instituições de voluntariado que estão envolvidas nas I Jornadas do Voluntariado da Região de Castelo Branco, que vão realizar-se dia 17, sobre o tema Promover e Potenciar o Voluntariado.

As jornadas vão ter lugar na Biblioteca Municipal entre as 9 e as 13 horas.

Esta é uma iniciativa que envolve também a Junta de Freguesia de Castelo Branco, com o presidente, Leopoldo Rodrigues, a avançar que “fomos desafiados a juntar as instituições que fazem voluntariado, para falar sobre o tema e, depois, organizarmo-nos, enquanto instituições, com o objetivo futuro de criar o Banco Local de Voluntariado”, sendo que a autarquia “foi chamada a intervir como mediador”.

No que respeita às Jornadas, Leopoldo Rodrigues afirma que o objetivo “é trazer outras perspetivas de voluntariado” e considera que a iniciativa envolve uma “discussão importante”, para mais à frente realçar que no que se refere às instituições, “este não é um conjunto fechado, pois outras se podem juntar”.

Também Arnaldo Brás, da Amato Lusitano, destaca a importância de “promover e fomentar o voluntariado” e recorda que “Castelo Branco, desde há muitos anos, tem voluntários a trabalhar em muitas instituições, mas, se calhar, não de uma forma muito organizada”.

Acrescenta que outra das metas “é trazer pessoas que tragam novas abordagens”, bem como defende a importância de “criar o estatuto do voluntário, para que se sintam mais enquadrados”.

Por seu lado, Carlos Borga, da Associação de Apoio Voluntário Idoso Só, é da opinião que as Jornadas “permitem levar a nossa mensagem e o que fazemos à população”, ao mesmo tempo que “é uma maneira de dar um passo em frente em termos de voluntariado, em Castelo Branco”.

Já Joaquim Martins, da Delegação de Castelo Branco da Liga Portuguesa Contra o Cancro, defende que “é importante que se crie a ideia que é fundamental haver voluntariado, principalmente voluntariado jovem”, pelo que se deve “estimular essa ideia e esse espírito”.

O programa das Jornadas, tem a sessão de abertura marcada para as 9h30, com os presidentes da Câmara e da Junta de Freguesia de Castelo Branco, Luís Correia e Leopoldo Rodrigues, respetivamente, e do presidente da Amato Lusitano, Arnaldo Brás.

A partir das 10 horas decorre o painel Experiências Nacionais de Sucesso, moderado por Susana Queiroga, da Confederação Portuguesa de Voluntariado, e que conta com a participação de Francisca Machado, da Entrajuda; Carlos Correia, da Federação Nacional de Voluntariado em Saúde; Jorge Rosado, da Palhaços d’Opital; Maria Coutinho, da Fundação João de Deus; e José Ferreira, do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Depois de um debate, às 11h15, é apresentado o Manual Voluntariado Inclusivo, de F.E Almeida, da Henrique Sim-Sim.

A partir das 12 horas realiza-se o painel Potencialidades e Fragilidades do Voluntariado em Castelo Branco: Um caminho para a ação consertada, moderado por Leopoldo Rodrigues e que conta com a participação de todas as instituições.

Depois de um novo debate, as conclusões e o encerramento está marcado para as 13h15.

 




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