Duas escolas de Castelo Branco recebem investimento de quatro milhões de euros

Foram ainda celebrados protocolos com os municípios de Celorico da Beira, Fundão, Guarda, Pinhel e Seia, sendo que estes assumem o financiamento da contrapartida nacional.

Duas escolas de Castelo Branco vão receber um investimento total de quatro milhões de euros, no âmbito do acordo de colaboração celebrado entre o Ministério da Educação e o município local.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, assinou hoje, em Castelo Branco, 12 protocolos para requalificação de escolas, no âmbito do Portugal 2020, com 11 municípios da região Centro, num investimento de mais de 16 milhões de euros.

Estes acordos de colaboração incluem dois estabelecimentos de ensino de Castelo Branco: a escola secundária Nuno Álvares, que vai receber um investimento de 3,5 milhões de euros, e a Amato Lusitano, cujo valor ascende aos 500 mil euros.

Foram ainda celebrados protocolos com os municípios de Cantanhede, Celorico da Beira, Fundão, Guarda, Pombal, Pinhel, Santa Comba Dão, Seia e Vouzela, sendo que estes assumem o financiamento da contrapartida nacional.

“Só posso saudar o mérito de hoje estarmos aqui para fazer mais e melhor pelo presente e pelo futuro da região que é o Centro do nosso país. Este só pode ser um compromisso com 7.605 alunos que este ano estudam nas 12 escolas que vão ser melhoradas, requalificadas e dignificadas”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues.

No total, estes acordos de colaboração vão envolver, a nível nacional, 217 municípios e um investimento de mais de 236 ME.

“Estes acordos de colaboração cumprem a palavra do Governo e o desejo do poder autárquico, da rápida execução dos fundos comunitários de desenvolvimento e coesão, previstos nos pactos territoriais do Portugal 2020”, frisou.

E adiantou que não sendo os recursos públicos “aqueles que todos desejaríamos, desta forma pode-se fazer melhor e mais depressa aquilo que é necessário fazer”.

“Não podemos ter todas as escolas novas, nem podemos ter já todas as escolas novas que merecemos. Mas devemos e podemos canalizar talentos e esforços comuns para captarmos, realizarmos e rentabilizarmos os recursos financeiros existentes para suprir as necessidades mais urgentes que fazem sentido a médio e longo prazo e que mais podem beneficiar de financiamentos comunitários”, concluiu.



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