Câmara da Guarda cede terreno para nova Delegação e Centro de Instalação Temporária do SEF

Segundo o autarca Carlos Chaves Monteiro (PSD), o protocolo de cedência do terreno será celebrado durante esta semana entre a Câmara Municipal da Guarda e o SEF.

A Câmara Municipal da Guarda deliberou ontem, por unanimidade, ceder um terreno localizado junto do Parque Industrial, para construção de um Centro de Instalação Temporária e da nova Delegação Regional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Segundo o autarca Carlos Chaves Monteiro (PSD), o protocolo de cedência do terreno será celebrado durante esta semana entre a Câmara Municipal da Guarda e o SEF.

Com o protocolo, o município da Guarda cede, pelo período de 50 anos, uma parcela de terreno com 15.120 metros quadrados ao SEF, situada na Quinta da Torre, na zona do Parque Industrial, para onde chegou a estar prevista a construção de um novo quartel para a Guarda Nacional Republicana (GNR).

No final da reunião quinzenal do executivo, onde o assunto foi discutido, o autarca disse aos jornalistas que o Governo vai investir cerca de três milhões de euros na construção do Centro de Instalação Temporária e da nova Delegação Regional SEF.

O autarca referiu que o investimento do SEF permitirá levar para Guarda, “no mínimo, mais 30 novos funcionários” daquele serviço que depende do Ministério da Administração Interna.

Neste momento, o SEF está instalado na Guarda (onde tem uma Delegação Regional) e na fronteira de Vilar Formoso, no concelho de Almeida, distrito da Guarda, (onde está representado, com outras entidades, no Centro de Cooperação Policial e Aduaneira) e possui um total de cerca de duas dezenas de funcionários (entre inspetores e pessoal de apoio.).

O presidente da Câmara Municipal da Guarda reconhece que a construção do Centro de Instalação Temporária e da nova Delegação Regional do SEF na cidade é mais um projeto público que irá permitir “aumentar a capacidade de atração da Guarda” e dinamizar a economia local.

O vereador socialista Eduardo Brito votou a favor da assinatura do protocolo entre o município e o SEF por considerar que é um aspeto “positivo da parte do Governo”.

“Nós [Guarda] estamos numa situação em que não podemos recusar nada”, justificou o vereador do PS.

No final da reunião do executivo, o presidente do município da Guarda lembrou ainda que o terreno que vai ser cedido ao SEF fazia parte de uma parcela maior que, no mandato anterior, foi dividida em duas.

A outra parte, como indicou Carlos Chaves Monteiro, foi vendida pela autarquia em hasta pública.




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