António Dias Rocha considera Aldeias Históricas destinos turísticos de eleição

O presidente da Associação das Aldeias Históricas de Portugal, António Dias Rocha, considerou, esta sexta-feira, que as 12 Aldeias Históricas são “destinos turísticos de eleição” e “uma marca conhecida e reconhecida” no mercado.

António Dias Rocha falava na Aldeia Histórica de Marialva, no concelho de Mêda, distrito da Guarda, na sessão comemorativa dos 20 anos das Aldeias Históricas de Portugal, que foi presidida pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

Marialva, Linhares da Beira, Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso fazem parte da rede das Aldeias Históricas de Portugal que abrange municípios do interior do país.

“Hoje, estas aldeias são destinos turísticos de eleição, com infraestruturas, com capital humano, com oferta diversificada e de qualidade, com cultura, com o calor humano de quem recebe. Diria com alma beirã”, disse o dirigente, que também é presidente da Câmara Municipal de Belmonte.

“num mundo cada vez mais globalizado, mais igual, as Aldeias Históricas oferecem o que de mais genuíno podemos ofertar: a nossa mais profunda portugalidade. Uma oferta de qualidade, certificada, uma oferta sustentável a título económico, mas também social e ambiental”, acrescentou o autarca.

António Dias Rocha disse ainda que passadas duas décadas do lançamento do programa das Aldeias Históricas de Portugal, quando Cavaco Silva era primeiro-ministro, o projeto “é hoje uma iniciativa de sucesso, mas um sucesso a que é preciso dar continuidade”.

“O Estado Português, o Portugal 2020 com os seus programas operacionais, as entidades bancárias, os empresários, os autarcas, os residentes nesta região e os que queiram aqui trabalhar, todos devem estar atentos a esta realidade”, defendeu.

Para o mesmo responsável, é preciso mostrar a cultura e o património físico “ao mundo”, defendendo uma aposta na política de internacionalização da marca das Aldeias Históricas e do seu território.

“No horizonte 2020 (…) quem sabe, não merece uma candidatura a património imaterial da humanidade”, concluiu.


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