Apresentação da Estratégia e Plano de Ação para a Empregabilidade Digital 2015-2020

A cerimónia terá lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, no dia 24 de junho, entre as 9h30 e 12h30.

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia vai apresentar em cerimónia pública a Estratégia Nacional e o Plano de Ação para a Empregabilidade Digital 2015-2020 resultantes da reflexão desenvolvida pelas 18 entidades (públicas e privadas) que integram a Coligação Portuguesa para a Empregabilidade Digital, coordenada pela FCT e formalmente instituída em abril de 2015.

Agência para o Desenvolvimento e Coesão vai participar como Info Point no espaço expositivo do evento onde será dada a conhecer a estratégia que vem definir medidas para aumentar a oferta de talento em TIC, já a partir de 2015, e colmatar a lacuna destes profissionais no mercado laboral atual e futuro.

A iniciativa envolve as áreas da Economia, Educação e Emprego, propõe a criação e/ou articulação de instrumentos de política nacional, públicos e privados, que concorram para preencher os 5.000 postos de trabalho em TIC deixados em aberto em 2015 (15.000 em 2020), numa conjuntura de elevada taxa de desemprego, em particular jovem e qualificado.

Constituída como plataforma para potenciar e facilitar a colaboração multistakeholder entre entidades dos setores público e privado, comunidades académica e técnica, organizações não-governamentais e sociedade civil, a Coligação Portuguesa para a Empregabilidade Digital, pretende incentivar a adoção de medidas que promovam a formação de jovens na área das TIC, a requalificação da força de trabalho desempregada ou a consciencialização para a oportunidade ímpar de empregabilidade que este contexto configura.

Este trabalho resulta do desafio lançado em 2013 pela Comissão Europeia, assumido pela FCT em Portugal, a Grand Coalition for Digital Jobs, uma parceria multistakeholder interessada em colmatar a falta de competências digitais na Europa e em preencher os postos de trabalho no domínio das TIC, uma área onde se estima atingir um défice de 900.000 profissionais em 2020, e que se traduz num grave entrave à recuperação e ao crescimento económico.



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